O material com que trabalhamos é armazenado nos nossos armazéns em Maritenda-Boliqueime.
Em conformidade com as encomendas recebidas o material é embalado convenientemente e entregue ao transportador.
24, 48 ou 72 horas após a expedição (dependendo da zona do país), é entregue no local indicado pelo cliente.
Por iniciativa própria enquanto um dos responsáveis desta empresa, torno aqui público o comportamento do transportador que trabalhou com a nossa empresa desde o ano 2005 e até 15 de Novembro de 2011, que adiante designo por EMPRESA X de Portugal, que resumidamente é assim:
Mais em pormenor para quem quiser ler, é assim:
A empresa de transportes (EMPRESA X de Portugal), com a qual temos vindo a trabalhar desde o ano de 2005, decidiu aumentar os seus preços em 200%, 300% e mais que isso, sem avisar a nossa empresa, sem nos contactar, ou dar-nos conhecimento por qualquer meio de que nos tenhamos inteirado.
Aquando da recepção da factura do mês de Outubro, que aconteceu em Novembro, demo-nos conta do aumento de preços irracional e sem qualquer explicação por parte do transportador.
Contactado um dos responsáveis a explicação foi a de que existia uma diminuição do número de envios, pelo que tínhamos sido informados por email da alteração de preços.
Não tendo a nossa empresa conhecimento de email nenhum, decidi decidi pessoalmente escrever à empresa transportadora conforme segue, ocultando por enquanto o nome da visada, conforme será compreensível;
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Exmos. Senhores EMPRESA X de Portugal,
Na sequência do aumento de preços de 220% e 310% (envios) e 400%, (reembolso), praticado pelos senhores no passado mês de Outubro, sem qualquer aviso ou informação antecipada, vimos por este meio manifestar o nosso desagrado e estupefacção perante tal medida.
Inicialmente supôs-se ter sido um lapso contabilístico, mas após ter-mos contactado o actual “Field Sales Executive” da EMPRESA X de Portugal (o qual nunca teve a iniciativa de se nos apresentar, contactar ou visitar), ficamos sem qualquer dúvida de que os aumentos brutais decididos pelos senhores de um mês para o outro e sem aviso se devem “ à diminuição do nosso número de envios”.
Consideramos este descabido aumento de preços sem aviso, completa falta de respeito, falta de consideração, abuso e prepotência perante um cliente activo desde o ano de 2005 e do qual os senhores não têm qualquer razão de queixa a não ser a diminuição da actividade comercial.
É facto que o número de envios actual (25), é metade do contratado (50), no ano de 2005, mas a existir racionabilidade impunha-se que qualquer aumento fosse de grandeza razoável e correspondente.
Por outro lado, pelo dever de transparência deveria a EMPRESA X de Portugal mostrar, enviar, ou afixar, tabela de preços por escalões, onde constasse a diferença de preços entre os 25 e os 50 envios correspondente ao aumento dos 220% aos 310% apresentados na factura emitida com o número S/0120185.
Reconhecemos ainda assim muita coragem à empresa e muito mais coragem aos seus responsáveis que, no exercício da actividade de transporte de mercadorias e no meio da conjuntura económica actual, decide/decidem que um cliente com uma média de 25 envios mensais não tem interesse comercial para a respectiva actividade de transporte de mercadorias dessa mesma empresa.
A factura emitida com o número S/0120185 datada de 31.10.2011, foi devolvida (entregue em mão), aos senhores através da vossa delegação no Algarve, uma vez que, por não ter havido alteração de qualquer dos nossos contactos consideramos ter sido dever da EMPRESA X de Portugal prestar informação atempada acerca de supostas alterações.
Note-se que, mesmo após o contacto com o “Field Sales Executive” da EMPRESA X de Portugal no inicio do mês de Novembro, não fomos até esta data informados de qualquer alteração que venha a existir nos preços por qualquer dos meios de contacto de que dispomos.
Gostaríamos de colocar ponto final ao que consideramos um desagradável assunto, pelo que agradecemos o envio das facturas do mês de Outubro e do mês de Novembro para proceder-mos ao respectivo pagamento. Entretanto, obviamente prescindimos dos serviços da EMPRESA X de Portugal.
Respeitosos cumprimentos. Olhos de Agua 23 de Novembro de 2011.
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A resposta da EMPRESA X de Portugal, chegou no mesmo dia e foi a seguinte:
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Exmos. Senhor,
Agradeço desde já, a comunicação que teve o cuidado de nos remeter, e no qual manifesta o seu descontentamento pela alteração entretanto verificada no vosso tarifário.
Como pode compreender, em qualquer empresa, o preço está sempre associado á maior ou menor utilização/compra de um serviço/produto, não sendo coerente apresentar tarifas inferiores para um pequeno número de envios. Estou consciente de que tal como a (EMPRESA X), também a TEMPO, terá em consideração na sua tarifa, o cliente que lhe comprar em maior quantidade.
Estamos assim a agir de uma forma transparente e justa para os nossos clientes, e dentro de uma política de transparência, informámos a Tempo em 23-09-2011 por e-mail, que anexo, das alterações que se iriam efectuar no tarifário a partir de 1 de Outubro, tarifário esse escalonado por pesos, que é a unidade de medida de um transporte.
Repito que não está subjacente qualquer falta de interesse comercial em operar com a TEMPO, empresa que estimamos como nossa cliente desde 2005, mas sim como já referi, a coerência de um cliente que mais utiliza os nossos serviços, ter condições mais favoráveis de tarifa que outro que utiliza menos.
Compreendo também que, numa altura de contracção da economia nacional, não seria aconselhável proceder a aumentos, como o fizemos, mas, todas as empresas de qualquer sector viram os seus custos aumentar, e nós não somos uma excepção.
Para terminar, lamento, mas respeito a opção da TEMPO de mudar de provedor de serviço de transportes, e coloco-me ao seu dispor para esclarecer qualquer dúvida que julgue pertinente.
Com os melhores cumprimentos
Nome
Field Sales Manager South
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No mesmo momento respondi como segue:
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Exmos. Senhores EMPRESA X de Portugal,
No endereço de correio electrónico da nossa empresa tempoa......@sapo.pt não deu na data indicada, nem em qualquer outra data, a não ser na do dia de hoje, 23 de Novembro de 2011, entrada de qualquer mensagem proveniente da EMPRESA X de Portugal, com informação de alteração de preços.
Não existirá com toda a certeza, como se deseja conveniente nestas alturas, uma prova de entrega ou de recepção da dita mensagem.
Notamos também que o anexo ora enviado, não apresenta nome de destinatário, mas antes um cabeçalho em branco.
Gostaríamos ainda que nos explicitasse o dizer do rodapé do anexo, concretamente: “ A tabela apresentada, só será válida, após assinatura de Acordo de Prestação de Serviços, com a EMPRESA X.”
Relativamente à transparência evocada, não foi posto em causa o “tarifário escalonado por pesos”, o que foi solicitado, foi muito diferente e passo a transcrever novamente, agora a cor diferente:
Por outro lado, pelo dever de transparência deveria a EMPRESA X de Portugal mostrar, enviar, ou afixar, tabela de preços por escalões, onde constasse a diferença de preços entre os 25 e os 50 envios correspondente ao aumento dos 220% aos 310% apresentados na factura emitida com o número S/0120185.
Para terminar por agora, “proceder a aumentos” é uma coisa, proceder a aumentos de 220%, 310% e 400% é outra muitíssimo diferente e precisamente por essa razão é que esta mensagem tem o formato de carta aberta e tem o título EMPRESA X de Portugal.
Respeitosos cumprimentos,
Nome
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Mais tarde esta resposta mereceu-me maior atenção e levou-me a escrever novamente como segue;
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- A EMPRESA X de Portugal decidiu no mês de Outubro de 2011, proceder a aumentos entre 220% e 310% no serviço de transporte de mercadorias e de 400% de aumento no serviço de reembolsos, comparativamente com o mês de Setembro de 2011.
- Inquirido um dos responsáveis da EMPRESA X de Portugal acerca deste tipo de aumentos a justificação foi a de que: “verificou-se uma diminuição do número de envios”.
- É certo que existia um contrato entre o cliente e a EMPRESA X de Portugal celebrado no ano de 2006 e prorrogado sucessivamente, correspondente a 50 envios mensais e que actualmente o número médio de envios mensais é de 25, por isso uma redução de 50% no número de envios.
- Estranho é o facto da EMPRESA X de Portugal, proceder a este tipo de aumentos SEM QUE O CLIENTE TENHA TIDO CONHECIMENTO DOS MESMOS, quer verbalmente ou por escrito.
- O cliente tomou conhecimento dos aumentos desta grandeza, unicamente aquando da recepção da factura do mês de Outubro, emitida no dia 31 do respectivo mês e recepcionada no mês de Novembro, pelo que continuou até esta data a expedir encomendas normalmente sem ter conhecimento de que a EMPRESA X de Portugal já tinha decidido AUMENTAR OS PREÇOS.
- Inquirida a EMPRESA X de Portugal acerca do assunto, a resposta que chegou através de um dos seus responsáveis intitulado Field Sales Manager South , no dia 23 de Novembro, que em resumo foi a seguinte:
-“ Como pode compreender, em qualquer empresa, o preço está sempre associado á maior ou menor utilização/compra de um serviço/produto, não sendo coerente apresentar tarifas inferiores para um pequeno número de envios.”
-“Estamos assim a agir de uma forma transparente e justa para os nossos clientes, e dentro de uma política de transparência, informámos a Tempo em 23-09-2011 por e-mail, que anexo, das alterações que se iriam efectuar no tarifário a partir de 1 de Outubro, tarifário esse escalonado por pesos, que é a unidade de medida de um transporte.”
-“Compreendo também que, numa altura de contracção da economia nacional, não seria aconselhável proceder a aumentos, como o fizemos, mas, todas as empresas de qualquer sector viram os seus custos aumentar, e nós não somos uma excepção.”
-“Para terminar, lamento, mas respeito a opção da TEMPO de mudar de provedor de serviço de transportes, e coloco-me ao seu dispor para esclarecer qualquer dúvida que julgue pertinente.”
A nossa estupefacção é de tal ordem perante tamanha falta de consideração e falta de respeito por parte da EMPRESA X de Portugal relativamente ao aumento abusivo verificado sem qualquer aviso ou informação, que:
- No mesmo dia 23 de Novembro, a nossa empresa achou por “pertinente” que a EMPRESA X de Portugal esclarecesse as dúvidas que abaixo resumimos:
Dúvida número UM – Tem a EMPRESA X de Portugal alguma prova de entrega ou alguma prova de recepção da nossa parte, da suposta mensagem de correio electrónico?
Dúvida número DOIS – O anexo da suposta mensagem não apresenta o seu cabeçalho preenchido, mas sim em branco, pois no lugar do destinatário onde deveria constar o nome do destinatário, o respectivo campo encontra-se em branco.
Dúvida número TRÊS – Quando é que a EMPRESA X de Portugal solicitou a assinatura do cliente uma vez que o rodapé do anexo da suposta mensagem é explicito e diz que: “A tabela apresentada, só será válida, após assinatura de Acordo de Prestação de Serviços, com a EMPRESA X.”
Dúvida número QUATRO - Pelo dever de transparência deveria a EMPRESA X de Portugal mostrar, enviar, ou afixar, tabela de preços por escalões, onde constasse a diferença de preços entre os 25 e os 50 envios correspondente ao aumento dos 220% aos 310% apresentados na factura emitida, considerando que o contrato existente com a EMPRESA X de Portugal seria válido para 50 envios e o volume médio de envios actual seja de 25.
Naturalmente que a EMPRESA X de Portugal ainda não se dignou a responder a estas dúvidas até á data desta mensagem estar a ser lida, porque:
- A EMPRESA X de Portugal não tem qualquer prova de entrega, de recepção ou de leitura da suposta mensagem, porque a mesma nunca foi recepcionada e consequentemente nunca lida.
- A EMPRESA X de Portugal não terá explicação válida para dizer que enviou uma suposta mensagem com cabeçalho em branco, contrariamente às anteriormente enviadas, onde consta em todas elas, bem legível ficheiro com o nome da nossa empresa.
- A EMPRESA X não terá obviamente explicação por não ter pedido à nossa empresa assinatura num contrato com aumentos de 220%, 310% e 400% e deu com certeza por garantido o negócio, sem falar com a outra parte, porque teríamos concordado com tais aumentos absurdos.
- Porque é que a EMPRESA X de Portugal não mostra as tabelas de preços por escalões onde consta a diferença entre o preço de 25 envios, de 50 envios, de 100 envios, de 1000 envios e de 1 envio? Isso sim seria uma “forma transparente e justa” como conviria.
OBS. Saiba por este meio a EMPRESA X de Portugal de que o rácio peso volume que consta por escrito nas nossas mensagens de correio electrónico é de 100 Kilogramas por metro cúbico e nunca aceitaremos outro, porque nunca foi negociado outro valor, pois a ser como os senhores queriam o aumento seria não de 310%, mas muito mais que isso. A tabela recebida é explícita e no seu cabeçalho mostra a seguinte terminologia: TT45 – 9945 (Tarifa Nacional Única).
Notamos não existirem dúvidas ou embaraços por parte da EMPRESA X de Portugal no caso em apreço a crer na ligeireza do teor da resposta efectuada, o que consideramos lamentável.
Notamos também a tentativa de fazer crer ausência de responsabilidades, quando o que seria minimamente desejável e eticamente o correcto, seria um pedido formal de desculpas e a reposição da verdade dos factos, mas os responsáveis da EMPRESA X de Portugal parece não terem a humildade suficiente para isso, portanto:
Uma vez que a EMPRESA X de Portugal, não mostra interesse em solucionar o problema que arranjou, vamos tornar este caso público ao país e ao mundo, de modo a que todos saibam como actuam os responsáveis da EMPRESA X de Portugal para com os seus clientes, assim:
- Solicitamos a quem de direito a supervisão dos preços praticados pela EMPRESA X de Portugal, para com os vários clientes das diferentes áreas de actividade e a afixação dos respectivos preços.
- Solicitamos a quem de direito a análise da factura emitida com o nº S/0120185, onde consta inequivocamente a cobrança discriminatória efectuada relativamente á prestação de um serviço similar, (expedição/recolha – recolha/expedição), onde é cobrado um preço várias vezes superior, de um mesmo provedor, para um mesmo cliente, por um serviço semelhante.
- Solicitamos a quem de direito a análise do facto da EMPRESA X de Portugal tentar fazer valer um contrato não assinado, revelando abuso da confiança depositada e praticando regras comerciais que nos parecem sem qualquer transparência e ausentes de lealdade comercial.
Nome e Designação Social
Albufeira – Portugal – Dezembro de 2011-12-12
Nota - Eventuais erros ortográficos devido a traduções automáticas, não deverão ser tidos em conta, sendo para todos os efeitos o Português a língua materna do texto elaborado.
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Desta vez, obtivemos a seguinte resposta em 21.12.2011:
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Exmo. Senhor,
Antes de mais as minhas desculpas por só agora estar em condições de lhe transmitir uma resposta sobre o assunto em epígrafe.
Conforme falado, lamentamos profundamente a situação que conduziu a este desfecho. Compreendemos que os moldes da actualização dos preços para 2011/2012, tenha pecado por uma falta de confirmação da informação remetida.
Contudo, também não podemos deixar de reafirmar que a mesma foi enviada, não tendo havido uma resposta do vosso endereço electrónico em como o mesmo não o recebeu. O subsequente processo de seguimento não teve também o melhor sucesso face ás dificuldades de contacto telefónico pela nossa parte.
Após a exposição do vosso caso á minha direcção, venho pelo presente meio propor a redução de 50% ao valor do acréscimo de preço praticado nos meses de Outubro e Novembro, proposta para a qual fico desde já a aguardar uma resposta da sua parte.
Vou no entanto entrar em contacto consigo também por telefone.
Melhores cumprimentos,
Nome
Sales Manager
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No mesmo dia respondi assim:
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Caros Senhores,
Lamentamos a V/ decisão, a qual obviamente não aceitamos pelos valores propostos.
Não vou comentar a afirmação “face ás dificuldades de contacto telefónico pela nossa parte”, para não ser mal educado de imediato, mas posso adiantar que quem telefona às 13h24m é porque não tem grande interesse em ser atendido, enfim, a conversa habitual…..
Anexo o contrato que os senhores pretendem fazer valer e que nos foi remetido pelo senhor no passado dia 23 de novembro, sendo que consideramos abuso de confiança a pretensão de validade do mesmo.
Vamos ver se os espanhois, alemães, suecos e japoneses pensam como os senhores pensam e vamos ver se a comunicação social também pensa como os senhores pensam e ponto final.
Permito-me desde já dar também conhecimento a alguns dos vossos colegas.
Aguardarei entretanto a vossa resolução até dia 23 do corrente conforme já estipulado.
Melhores cumprimentos
Nome
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Em 05.01.2012 um dos responsáveis máximos da EMPRESA X de Portugal escreve assim:
Boa tarde de novo
Ainda bem que este mail chegou à sua caixa de correio, aliás como todos os que forma trocados recentemente.
Curiosamente, o mail de informação de aumento de preços, foi o único que não chegou.
Insisto que não comentaremos mais este assunto.
Melhores cumprimentos
Nome
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Isto levou-me a aprofundar a razão porque é que emails não chegam ao destino e então através do blogue Asterisko cheguei à conclusão de que nunca podemos confiar no reenvio de um email, pois o mesmo pode ser alterado de todas as formas e foi isso mesmo que provei por A+B, a estes senhores.
Pois é, mas é que isso pareceu não interessar e assim lá respondi ao senhor no dia 07.01.2011 como segue:
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O Senhor (Nome) neste momento já recebeu a minha mensagem, onde consta o anexo Verdadeiro ou Falso e portanto já deve ter facilmente concluído de onde surgiu o problema.
Problema este, note-se, que tem estado até aqui, assente no pressuposto do envio de mail que nunca rececionamos.
Conforme prova o anexo, infelizmente, muitos de nós não sabemos no mundo em que vivemos e não sei se isto vem a propósito ou não, mas normalmente quando nos batem à porta perguntamos QUEM É, quando o correto seria perguntar QUEM FOI.
Deste modo andamos a vida inteira a enganar-nos uns aos outros.
(Nome)
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Entretanto, como este responsável diz que: "Insisto que não comentaremos mais este assunto."
tomei a iniciativa de dirigir uma mensagem ao director geral da empresa no dia 06 de Janeiro como segue:
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" Exmo. Senhor. Dr. (Nome),
Existe actualmente um desentendimento resultante de falta de informação e troca de correspondência entre a EMPRESA X de Portugal e a nossa empresa, da qual sou o responsável e que teve o Nº...... de cliente da EMPRESA X de Portugal.
Está em causa a não receção de um email que iria trazer os novos preços EMPRESA X de Portugal a partir de 01 de Outubro de 2011.
Não tendo sido recepcionado esse email e com a entrada em vigor dos preços sem o nosso conhecimento, aquando da descoberta, desencadeou-se uma troca de mensagens menos bonitas (que anexo), entre a minha pessoa e dois dos intervenientes responsáveis da EMPRESA X de Portugal.
A alteração extraordinária do valor do aumento dos preços e dou como exemplo o aumento de 3 euros para 54 euros num serviço de reembolso, leva a que seja posta em causa a forma como esses mesmos aumentos entraram em vigor, ou seja sem a nossa anuência e que supostamente seria necessária além de sem o nosso conhecimento que reafirmo.
Resumindo;
Requeresse neste processo um pouco de bom senso, que não está a existir de parte a parte e necessário para o término da questão, conforme nossa vontade e espero seja também a sua.
Deste modo sou a solicitar a intervenção do Senhor Dr. (Nome).
Atentamente,"
(Nome)
Enviado por correio registado.
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A resposta datada de 10 de Janeiro chegou passados poucos dias em carta registada com aviso de recepção e foi a seguinte:
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"Exmo. Senhor (Nome),
Agradeço a carta que amavelmente me enviou e que mereceu a minha melhor atenção.
Depois de ter analisado a documentação de que disponho e de ter falado com as pessoas até agora envolvidas neste processo, posso confirmar-lhe que, de facto, foi enviado um e-mail com a indicação das novas tarifas e que foram feitos alguns telefonemas (que não foram atendidos), no sentido de lhe serem prestados esclarecimentos adicionais. Houve certamente, alguma falha de comunicação, mas que não pretendo e penso que não é necessário explorar mais.
Quanto aos aumentos de preços, não são tanto aumentos de preços como refere mas um ajustamento de preços, de acordo com os envios e volume de negócio efectuado.
Os preços que disponha foram propostos e aceites, baseados num determinado volume de negócios que não foi atingido, beneficiando assim, também de descontos adicionais até ao período de actualização de tarifas. A tarifa proposta é a que corresponde ao movimento real da vossa empresa.
Da nossa parte e tendo em vista resolver este assunto, foi proposto reduzir em 50% o valor do "acréscimo de preço", o que do meu ponto de vista parece razoável, em face dos argumentos de ambas as partes. Proposta que mantenho e espero que aceite.
Pode crer que lamento sinceramente os problemas e incómodos que este assunto causou em grande parte devido a falta de comunicação e que gostaríamos de ter de novo a sua empresa como nosso cliente.
Com os melhores cumprimentos,
(Nome)
(Director Geral - EMPRESA X de Portugal"
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O que subentendo desta mensagem, é que foi feita uma proposta "A tarifa proposta", que "não são aumentos mas sim ajustamentos" e existiu "falha de comunicação" e "falta de comunicação", porque nós não atendemos os telefones.
A ser assim terei então que me explicar melhor e explicitei-me no dia 12.01.2012 conforme segue:
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Exmo. Senhor,
Dr. (Nome)
Diretor Geral – EMPRESA X de Portugal
Olhos de Água, 16 de Janeiro de 2012
Exmo. Senhor,
Em primeiro lugar gostaria de lhe agradecer a atenção dispensada e a gentileza do envio de uma resposta à minha mensagem.
Se me permite, vou tentar separar os assuntos em páginas distintas para simplificar.
Gostaria de lhe dar a conhecer um pouco mais da nossa empresa e do seu relacionamento com a EMPRESA X de Portugal. Seguidamente abordarei superficialmente os vários assuntos relacionados com a questão que nos trás aqui e tentarei clarificar qualquer coisa.
Informo antecipadamente de que estaremos disponíveis a aceitar um aumento de preços racional conforme praticado em anos anteriores e baseado nos valores praticados no mês de Setembro último, mas nunca aceitaremos voluntariamente alteração de preços baseados em aumentos impostos e praticados nos documentos de Outubro e Novembro.
Voluntariamente não. Voluntariamente, nunca aceitaremos os preços impostos.
Após a leitura das páginas seguintes, o Sr. Dr. (Nome) por certo concluirá que as coisas poderão não ser como parecem, ou permita-me, como os envolvidos no assunto pretendem fazer crer, ainda que, com argumentos sem grande nexo ou qualquer consistência.
Convicto da razão do meu lado como tive já oportunidade de informar o Sr. (Nome), a minha personalidade não me permite pactuar com este tipo de situações, pelo que enquanto o assunto não estiver resolvido, não vou calar a minha indignação perante tal comportamento.
O Dr. (Nome) por certo dar-me-à razão, face à explicação agora enviada e da qual creio não terá conhecimento, pois não será do interesse dos visados dar-lhe conhecimento.
Com os meus melhores cumprimentos,
Nome
Queira por favor, antes de iniciar a leitura destas linhas, solicitar um extrato de conta da nossa empresa, à respetiva secção de contabilidade. Muito obrigado.
As instalações da nossa empresa distam cerca de 1 km das instalações da EMPRESA X de Portugal. Todos os dias (nos dias em que temos encomendas), deslocamo-nos, aliás, desloco-me porque sou eu próprio que trato disso e vou num dos nossos carros entregar os nossos envios nas instalações EMPRESA X de Portugal.
No mês de Setembro pedi uma recolha em armazém e fiz 25 entregas na EMPRESA X de Portugal.
No mês de Outubro fiz 22 entregas e efetuei eu próprio uma recolha (a tal do preço especial)
No mês de Novembro e até ao dia 15, efetuei 21 entregas na EMPRESA X de Portugal.
Fiz desde o primeiro dia a recolha dos cheques dos reembolsos.
Desde que trabalhamos com a EMPRESA X de Portugal sempre foi assim e o Senhor pode confirmar isso com o Senhor (Nome) ou com qualquer outro funcionário.
A nossa empresa nunca deu “trabalho” aos motoristas da EMPRESA X de Portugal, com exceção a uma ou outra palete para recolher. Sempre fomos um “MAU” cliente para os motoristas EMPRESA X de Portugal.
Pessoalmente, conheço todos os funcionários da EMPRESA X de Portugal e trato-os pelo nome, desde o Sr. (nome) e o Sr. (Nome) que já saíram, a todos os quantos lá estão, o Sr. (Nome), o Sr. Nome), Sr. (Nome), Sr. (Nome), a (Nome) e até a senhora da limpeza eu conheço.
Conheço também quase todos os motoristas e sei o nome da maioria deles.
De facto, quem eu nunca conheci após a saída do Sr. (Nome), foi qualquer vendedor, field sales manager ou titular do género, a não ser no passado dia 7 ou 8 de Novembro salvo erro, que o Sr. (Nome) visitou o Algarve e aí estava eu, para ser apresentado e para perguntar o que é que tinha acontecido nas nossas faturas.
Neste momento, se o Senhor tiver o extrato de conta da nossa empresa em seu poder, pode confirmar que a EMPRESA X de Portugal, sempre recebeu a PRONTO PAGAMENTO, não a trinta dias, mas a pronto pagamento, ou antes, IMEDIATAMENTE após a receção da fatura.
Na nossa empresa até á presente data, todos os fornecedores recebem nas datas estipuladas ou vários dias antes disso.
Não temos por isso motivo absolutamente algum para não atender telefonemas, mas se eventualmente isso acontecer devolvemos sempre que possível (desde que os números sejam conhecidos) o telefonema. Sempre.
Gostava portanto que o Senhor pedisse um relatório de chamadas efetuadas e que confirmasse quantas tentativas de chamada foram efetuadas para a nossa empresa, para que assim pudesse confirmar tais afirmações e telefonemas.
Após o envio da minha carta ao Senhor Dr. (Nome) no passado dia 06 do corrente, provei por A + B a todos os conhecedores do processo que não se pode crer no REENVIO de um email.
Um REENVIO pode ser verdadeiro ou não, pois permite alterar, quer a data, quer o endereço do destinatário. Permite alterar tudo. Tudo.
Para o efeito bastou procurar no Google as razões que podem existir para um email não chegar, ou se é possível alterar a data de um email e como é que se faz.
Até esta data e já lá vão quase dois meses, a EMPRESA X de Portugal diz que enviou o email, diz que enviou o email, mas ainda não apresentou qualquer prova.
Um PRINT SCREEN dos itens enviados pelo remetente (Nome), no dia 23 de Setembro entre as 13 e as 14 horas, seria o ideal que então pudéssemos tentar descortinar porque o email não chegou.
O valor dos reembolsos, são já conhecidos:
1700% de aumento num reembolso de 1085 euros.
A quem teria sido este documento dirigido?
Qual a data de assinatura do Acordo de Prestação de Serviços, que pressupõe a entrada em vigor deste documento?
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Nesse mesmo dia dirigi-me à empresa em questão, perguntei em primeiro lugar pelo responsável e posteriormente pelo livro de reclamações, que me foi imediata e gentilmente facultado.
Como podem os leitores calcular o espaço de escrita é muito pouco e assim tive que resumir os factos contra vontade, mas conforme seguem:
MOTIVO DA RECLAMAÇÃO
A EMPRESA X de Portugal aumentou por imposição preços à empresa que dirijo na ordem dos 200 a 1700% sem qualquer aviso ou informação.
Ao mesmo tempo passou a fazer a cubicagem dos nossos envios alterando o peso real dos mesmos sem o nosso conhecimento de modo a cobrar valores exorbitantes nunca antes praticados.
Um envio de peso real de 5Kg. passou a ter peso irreal de 21Kg.
Um serviço de cobrança/Reembolso de 1085.00 pagava 3,00 e passou a pagar 54,27 euros. Factura Nº......../2011.
A mesma Factura Nº. ........../2011 mostra a discriminação de preços entre envios e recolhas de 248%.
Terá a EMPRESA X de Portugal legitimidade para aumentar preços por imposição sem que o cliente (não) tenha conhecimento dos mesmos atempadamente?
MAS QUE GRANDE FALTA DE RESPEITO.-
23/1/2012 - 14:20H Assinado
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Neste dia 23/1/2012 dirigi fax ao Senhor Dr.,Director Geral – EMPRESA X de Portugal informando de que decidi apresentar queixa no seu livro de reclamações.
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No dia 27 de Janeiro, por iniciativa própria, juntei esta reclamação a:
- Ao contrato assinado em 2007.
- À prova de alteração de peso.
- À prova de relação peso volume existente por escrito.
- À prova dos valores de reembolso praticados.
- À prova da diferença de preço entre envio e recolha num mesmo documento.
- Ao documento enviado sem nome e que indica requerer assinatura para surtir efeito.
- Demais informação que achei por pertinente.
Coloquei tudo nos CTT, endereçado às entidades que acho por competentes e preenchi os registos de envio Nºs : RC905676265PT, RC905676279PT E RC905676282PT
Vou esperar entretanto do desenrolar dos acontecimentos, para voltar a este texto.
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No dia 30 de Janeiro em carta registada com aviso de recepção, chegou a resposta do Director Geral da EMPRESA X de Portugal e que passo a transcrever:
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Lisboa, 24 de Janeiro de 2012
"Exmo. Sr. (Nome),
Na sequência da sua carta de 16 de Janeiro de 2012, venho informá-lo que mantenho o conteúdo da minha carta enviada em 10 Janeiro de 2012.
Como tive oportunidade de lhe referir, lamento qualquer inconveniente causado, mas em face das informações que disponho, parece-me muito equilibrada a proposta que lhe efectuei para resolvermos de uma forma amigável esta situação.
Relembro, uma vez mais, de que está a interpretar mal as tabelas que lhe foram enviadas. Além do aumento normal que se efectuou, no seu caso, aplicamos uma tabela, que está de acordo com o seu volume de negócios. Beneficiou durante vários meses de um preço que não correspondia ao movimento estimado, pelo que foi necessário efectuar estas actualizações.
Com os melhores cumprimentos,
(Nome)
Director Geral da EMPRESA X de Portugal
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Vou dizer de minha justiça o seguinte:
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O ACORDO existente e assinado por ambas as partes, no seu ponto 9 diz o seguinte:
"As condições deste acordo resultam do volume de negócios acordado e abaixo expresso. Se o mesmo não for cumprido o presente acordo perde a sua validade, exigindo-se consequente renegociação."
De facto parece existir uma interpretação menos correcta das condições do acordo assinado, mas não pela minha parte.
Não ponho em questão a perda de validade do mesmo, perdeu a validade, não podemos fazer nada, mas;
Com quem é que os senhores renegociaram para fazer vigorar os preços que impuseram?
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A título de curiosidade e sem querer fazer qualquer tipo de publicidade torno aqui pública a proposta recebida em Janeiro de 2012 da empresa de transportes "TRANSPORTA", que propõe, para um tráfego mínimo mensal de 25 guias de transporte, o preço de 3,50 EUR. por uma encomenda de 5Kg, para qualquer parte do país e um valor fixo de 2,50 EUR para os reembolsos.
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Este é o tipo de valores, mais coisa menos coisa, praticado pelos transportadores para encomendas nacionais e para um volume de 25 envios mensais.
QUAL TERIA SIDO O INTERESSE DA NOSSA EMPRESA EM ACEITAR PREÇOS DA NATUREZA DOS PRETENDIDOS?
Olhos de Agua 31 de Janeiro de 2012
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Hoje dia 01.02.2012, surpreendeu-me uma mensagem daquele que considero o causador inicial deste problema e que foi exactamente assim:
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qua 01-02-2012 15:49
Exmos Srs,
Envio-lhe , em anexo a nova tabela anexada a conta 307876472 bem como as novas zonas 2012.
Estes valores são válidos a partir do dia 1/02/2012.
Com os meus melhores cumprimentos ,
(Nome)
Field Sales Executive South
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Obviamente respondi imediatamente após ler a mensagem, assim:
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qua 01-02-2012 16:50
Exmo. Senhor,
Obrigado pela sua mensagem.
Ainda bem que nos escreve.
Como deve calcular, dispensamos tabelas de preços da vossa empresa pelas razões que conhece.
A atitude fica-lhe bem, mas o que está a fazer agora era o que devia ter feito em Setembro de 2011 e NÃO FEZ.
Já agora e uma vez que escreveu, eu pedi ao Dr. (Nome) um Print Screen dos itens enviados por si no dia 23 de Setembro, entre as 13 e as 14 horas, que é onde consta esse seu email desaparecido, mas o mesmo não chega.
Nem chegou o email em Setembro, nem chega o Print Screen.
PODIA FAZER O FAVOR DE ENVIAR ESSE PRINT SCRENN A TODOS OS QUE ESTÃO A LER ESTA MENSAGEM?
MESMO QUE NÃO QUEIRA ENVIAR PARA MIM, ENVIE PARA OS SEUS CHEFES E COLEGAS QUE CREIO TAMBÉM TENHAM AS SUAS DÚVIDAS.
Um Print Screen do dia 23 de Setembro de 2011, das 13 às 14 horas SE FAZ FAVOR.
Muito obrigado.
(Nome)
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Esta mensagem foi enviada às 16.50 e lida 4 minutos depois, apesar do relógio do destinatário indicar uma hora mais tarde e solicitado um recibo de leitura como conveniente, foi assim:
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Sent: Wed, 1 Feb 2012 17:50:05 +0100
was read on Wed, 1 Feb 2012 17:54:53 +0100
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Estamos no final do dia 01 de Fevereiro de 2012 e os leitores que acompanham esta "saga" pensem um pouco;
Se recebessem uma mensagem como esta O QUE É QUE FARIAM??????
FICAVAM CALADINHOS?
Ou tentavam resolver o problema com a secção de informática se possível?
Esperemos que não, que não haja tempo, nem seja possível.
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Hoje dia 02 de Fevereiro de 2012, voltei então ao contacto com o senhor do: "Insisto que não comentaremos mais este assunto.", com cópia para o visado da mensagem anterior e com pergunta directa ao mesmo, como segue:
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Boa tarde a todos,
Como o Sr. (Nome) achou por bem mostrar o REENVIO da suposta mensagem supostamente enviada, eu acho agora por bem enviar cópia efetivamente enviada e efetivamente lida, a qual de facto dispensa comentários.
Quer dizer, no caso, O SILÊNCIO VALE MAIS QUE MIL PALAVRAS, não é Sr.(Nome)?
A mensagem foi enviada ontem como resposta e foi como podem ver:
Aproveito desde já para me despedir.
Respeitosos cumprimentos,
(Assinado)
Foi então aqui colada a mensagem anterior do pedido de Print Screen.
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Nota: A empresa que dirijo demonstrou desde o inicio e através da minha pessoa a vontade de solucionar o imbróglio em que inadvertidamente se viu envolvida. De forma a demonstrar essa mesma vontade, foi efectuado um pagamento inicial de 150,00 EUROS, por cada uma das facturas em causa dos meses de Outubro e de Novembro de 2011. Posteriormente foi efectuado um pagamento de 5,00 EUROS por cada uma das mesmas facturas e daí para cá têm sido feitos assiduamente pagamentos por conta destas facturas em aberto.
Portanto, nós mais que ninguém, pretendemos arrumar o assunto de uma vez por todas. Precisamente por isso, antes de entrar em pormenor na interpretação das tabelas decidi responder ao Senhor Dr.(Nome), Director Geral – EMPRESA X de Portugal no dia 06 de Fevereiro de 2012, conforme transcrição que segue e por correio registado com o nº RC905675582PT
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Exmo. Senhor Dr.(Nome) ,Director Geral – EMPRESA X de Portugal,
Acuso a receção da sua carta datada de 24 de Janeiro, a qual agradeço.
Considerando que ao Sr. Dr. (Nome), "parece equilibrada" a proposta que me efetuou para resolvermos de uma forma amigável a situação, agradeço o envio dos respectivos créditos sobre as faturas em causa.
Respeitosos cumprimentos,
Assinado
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No dia 15 de Fevereiro recebi pessoalmente correspondência da ANACOM - Autoridade Nacional de Comunicações, datada de 08.02.2012, com a referência ANACOM-S011044/2012 00.05.03 5550970 SGTSM 5512/201 exactamente como segue:
"Assunto: Recebemos a sua reclamação
Obrigada por nos contactar.
Informamos que vamos analisar o mais brevemente possível a sua reclamação contra a empresa (nome da empresa), que recebemos em 30/01/2012.
A sua reclamação é importante para nós
A sua reclamação ajuda-nos a melhorar a nossa atuação e a garantir a proteção dos utilizadores de serviços de comunicações.
Para mais informações
Visite o nosso Portal do Consumidor em www.anacom-consumidor.com
Com os melhores cumprimentos,
Assinado"
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No dia 22 de Fevereiro decidi tornar pública a minha queixa/reclamação em vários portais e dirigi 9 perguntas à empresa em questão, na expectativa de que as mesmas sejam respondidas publicamente.
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Só por curiosidade;
Em 04 de Junho de 2012 a nossa empresa recebeu correspondência da empresa em questão, endereçado ao Resp. Transportes e Logística, dando conta que:
A Empresa X "quer ser o seu parceiro de negócio em Faro e colocamos à sua disposição a nossa experiência local e internacional, firmando o nosso total compromisso de excelência e qualidade do serviço."
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Novidades;
Em 31 de Dezembro de 2012 chegou correspondência de um escritório de advogados de renome, com a mensagem que resumo:
..."somos mandatários da Empresa X de Portugal, que no incumbiu de transmitir o seguinte:"...
..."a nossa constituinte é titular de um crédito no valor de 1.216,34€"...
..."até ao momento não procederam ao pagamento, nem apresentaram proposta que se afigure razoável"..
..."caso o valor não seja integralmente liquidado ver-nos-emos forçados a instaurar acção para cobrança coerciva do referido crédito"...
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A esta mensagem respondi no dia 02 de Janeiro de 2013, por carta registada, com o aviso Nº. RC977072198PT, resumidamente assim:
"Acreditamos ser do vosso conhecimento a nossa empresa ter aceite a redução de 50% do valor cobrado conforme o proposto pela Empresa X de Portugal em 2011 e reiterado pelo seu Director Geral, Sr. Dr. ....., em 10 de Janeiro de 2012".....
....agradecemos antes de qualquer outro passo, nos seja remetido um extrato de conta apurado desde a data em questão (conta de Outubro e de Novembro de 2011), que inclua o respectivo crédito proposto pela Empresa X de Portugal e aceite pela nossa empresa, bem como de todos os pagamentos por conta já efectuados durante o ano de 2012, incluindo o de 28 de Dezembro de 2012."....
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Note-se que, pouco ou muito, a Empresa X de Portugal tem recebido mensalmente em média 2 pagamentos por conta do seu crédito e vai continuar a receber, porque obviamente temos vontade de encerrar desde o primeiro dia este episódio lamentável.
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Hoje é dia 10 de Abril de 2013 e continua tudo na mesma, por isso telefonei à Empresa X de Portugal, falei com um dos funcionários da contabilidade e pedi um extrato de conta.
Após confirmação do nosso número de contribuinte e respetivo endereço eletrónico, ficou este senhor de nos remeter o valor da "dívida" em causa, que, diga-se, não fazemos ideia de quanto seja.
Vamos então continuar a aguardar pelas contas da Empresa X de Portugal, que esperamos desta vez sejam as corretas.....